Parabéns, parabéns e parabéns! Palmas e assovios, cadê a platéia para prestigiar tamanho feito? Você conseguiu, você venceu! Está feliz agora? Porque tudo que você sempre quis, sempre desejou e quase implorou, era que eu passasse a te odiar, ou quem sabe, apenas deixasse de te amar. Todas as vezes que eu pedia por você, pela sua atenção, você ria de mim, mostrava o quanto não se importava. Nem mesmo quando eu gritava, você me ouvia. Você pisou, e cuspiu em cima do meu amor. E agora, finalmente, eu deixei de me importar. Não totalmente, porque tem uma parte de mim (a parte burra que sempre corria atrás de você) que ainda espera que você mude e venha atrás de mim. Mas não, isso não vai acontecer. E sabe por quê? PORQUE VOCÊ É UM FILHO DA PUTA, OTÁRIO, IDIOTA, IMBECIL, GROSSO, INSENSÍVEL, que eu amo, ou eu amei, tanto faz. Se eu te amava, não amo mais, não assim, não agora, não isso que você se tornou. Como pode, meu Deus? Como? Dizia me amar, mas no outro dia já chama outra de “meu amor”. Era só dizer que não me aguentava mais, sei lá, poderia dizer que meus dramas cansavam e meu ciúmes era insuportável. Mas fazer isso… é crueldade demais comigo. Me fez acreditar que realmente me amava, quando na verdade fez outra acreditar na mesma coisa. E… por quê? Me diz, eu fiz algo de errado? Se eu te deixei partir, é porque sabia que não conseguiria te fazer feliz. Tanto faz, agora não muda nada. É só que até essa madrugada eu te amava e queria que você estivesse bem, e agora eu fico imaginando maneiras de te matar, maneiras bem dolorosas, se é que me entende. E só não te mando pro inferno porque tenho pena do diabo.
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Cibele Sena (amargar)(via apenas-na-sua-imaginacao)
Parabéns, parabéns e parabéns! Palmas e assovios, cadê a platéia para prestigiar tamanho feito? Você conseguiu, você venceu! Está feliz agora? Porque tudo que você sempre quis, sempre desejou e quase implorou, era que eu passasse a te odiar, ou quem sabe, apenas deixasse de te amar. Todas as vezes que eu pedia por você, pela sua atenção, você ria de mim, mostrava o quanto não se importava. Nem mesmo quando eu gritava, você me ouvia. Você pisou, e cuspiu em cima do meu amor. E agora, finalmente, eu deixei de me importar. Não totalmente, porque tem uma parte de mim (a parte burra que sempre corria atrás de você) que ainda espera que você mude e venha atrás de mim. Mas não, isso não vai acontecer. E sabe por quê? PORQUE VOCÊ É UM FILHO DA PUTA, OTÁRIO, IDIOTA, IMBECIL, GROSSO, INSENSÍVEL, que eu amo, ou eu amei, tanto faz. Se eu te amava, não amo mais, não assim, não agora, não isso que você se tornou. Como pode, meu Deus? Como? Dizia me amar, mas no outro dia já chama outra de “meu amor”. Era só dizer que não me aguentava mais, sei lá, poderia dizer que meus dramas cansavam e meu ciúmes era insuportável. Mas fazer isso… é crueldade demais comigo. Me fez acreditar que realmente me amava, quando na verdade fez outra acreditar na mesma coisa. E… por quê? Me diz, eu fiz algo de errado? Se eu te deixei partir, é porque sabia que não conseguiria te fazer feliz. Tanto faz, agora não muda nada. É só que até essa madrugada eu te amava e queria que você estivesse bem, e agora eu fico imaginando maneiras de te matar, maneiras bem dolorosas, se é que me entende. E só não te mando pro inferno porque tenho pena do diabo.
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Cibele Sena (amargar)(via apenas-na-sua-imaginacao)